O psicólogo, palestrante e escritor baiano Lucas Freire acaba de registrar um marco histórico para a saúde mental e a psicologia no Brasil. Com 20 anos de trajetória dedicada ao comportamento humano, Freire tornou-se o primeiro brasileiro formalmente associado ao National Institute for Play (NIFPlay), instituição norte-americana que é a maior autoridade global na investigação científica sobre o ato de brincar (play).
Fundado pelo renomado pesquisador Dr. Stuart Brown e hoje liderado pela CEO Mia Sundstrom, o NIFPlay estuda há três décadas como o “estado de play” — caracterizado pelo engajamento intrínseco, curiosidade e abertura criativa — é uma necessidade biológica vital. A neurociência e a psicologia positiva comprovam que essa capacidade influencia diretamente a resiliência, a aprendizagem, a liderança e a alta performance, tanto em crianças quanto em adultos.
O Reconhecimento de um Pioneiro
A chancela internacional valida as duas décadas de atuação de Lucas Freire no território nacional. Referência na Ciência do Playfulness, o psicólogo já impactou mais de 100 mil pessoas através de treinamentos e palestras. Ele é autor de obras fundamentais para o setor, como:
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“Playfulness – Trilhas para uma vida resiliente e criativa”
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“O Leão da Bochecha de Balão e a redescoberta do Play”
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“Exaustos – Imaginando saídas para o cansaço diário” (seu lançamento mais recente).
Impacto no Cenário Brasileiro
A parceria abre um novo canal para que pesquisas baseadas em evidências cheguem ao mercado corporativo e educacional do Brasil. O objetivo é traduzir o conhecimento acadêmico em aplicações práticas que combatam o esgotamento mental e fomentem ambientes de trabalho mais adaptáveis e humanos.
“Essa parceria ajuda a legitimar a Ciência do Play no Brasil. O brincar não é uma distração, mas uma capacidade essencial para viver e trabalhar melhor”, declara Freire.
Para Mia Sundstrom, a chegada de Lucas ao time do NIFPlay é estratégica: “Ele traz uma enorme expertise e paixão. Essa colaboração nos ajuda a transformar vidas por meio do poder do brincar, conectando o Brasil ao centro da pesquisa internacional”.





